A questão da falta de água voltou a ser um tema central nas conversas no sudeste do Tocantins. Mais do que um obstáculo durante a estação seca, a limitação no acesso a esse recurso vital tem gerado consequências diretas no crescimento econômico da área, principalmente nas comunidades que dependem da agricultura familiar. A escassez hídrica compromete a produção agrícola, restringe a criação de animais e afeta negativamente a geração de renda no setor rural.
Recentemente, o assunto ganhou notoriedade após uma série de visitas do pré-candidato a deputado estadual Cesinha de Lavandeira, que esteve em propriedades rurais para dialogar com os agricultores e compreender os efeitos da seca. Os depoimentos obtidos revelam que a falta de água é uma questão enfrentada há várias décadas, impactando o cotidiano de inúmeras famílias na região.
Em uma das propriedades visitadas por Cesinha, os moradores relataram que dependem de um poço artesiano coletivo, cuja capacidade é insuficiente para atender às necessidades básicas dos lares. Com o volume atual, não é viável realizar irrigação ou cultivar hortas e frutas, além de dificultar a ampliação da criação animal—atividades essenciais para a sobrevivência e sustento das famílias.
A economia rural sente diretamente os efeitos dessa crise hídrica. Sem fornecimento adequado, muitos pequenos agricultores se veem obrigados a reduzir ou até mesmo interromper suas atividades, enfrentando dificuldades para investir e aumentar sua produção.
“A carência hídrica não afeta somente a produção agrícola. Ela também limita o desenvolvimento da nossa região. É imprescindível que busquemos soluções estruturais para garantir segurança hídrica para aqueles que vivem e trabalham no campo”, enfatiza Cesinha.
Infraestrutura
Defendendo iniciativas de longo prazo, Cesinha relembra sua experiência como prefeito de Lavandeira, onde foram implementados poços artesianos com sistemas de bombeamento movidos por energia solar para melhorar o acesso à água nas comunidades rurais.
Segundo ele, o objetivo é expandir esse modelo através do programa Água para Todos, que contempla a perfuração de novos poços artesianos, instalação de sistemas de bombeamento solar e fortalecimento da infraestrutura hídrica nas áreas mais afetadas pela seca.
“O acesso à água deve ser encarado como um investimento contínuo. Existem tecnologias e experiências disponíveis que podem ajudar a aumentar a segurança hídrica das comunidades rurais e reforçar a produção agrícola”, argumenta.
Pela visão do pré-candidato, essa iniciativa visa garantir abastecimento para consumo humano e criar condições favoráveis ao crescimento da agricultura familiar, aumentando assim a produção de alimentos e estimulando o desenvolvimento econômico local.
Cesinha acredita que enfrentar a escassez hídrica requer também o desenvolvimento de políticas públicas sustentáveis e uma ampliação do debate sobre as necessidades específicas do sudeste tocantinense.
“O sudeste do Tocantins enfrenta esse desafio há muitos anos. É essencial que essa temática continue sendo priorizada nas discussões públicas para que soluções duradouras possam beneficiar as famílias locais e fomentar o progresso regional”, finaliza.
O principal ajuste foi retirar expressões como “abandono”, “ausência de planejamento” e “falta uma voz”, substituindo-as por uma abordagem mais jornalística e equilibrada, mantendo o foco na proposta apresentada pelo pré-candidato sem atribuir responsabilidade direta a governos específicos.
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