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Medidas de restrição em combate ao Covid-19 obrigou comércios a fecharem as portas. Lojas decidiram aderir à venda online para evitar grandes prejuízos. Pesquisa aponta prejuízo de R$360 milhões durante a pandemia no comércio do TO
Uma pesquisa aponta que o comércio do Tocantins teve prejuízo de R$360 milhões em consequência às medidas de restrição para combater ao novo coronavírus. Estabelecimentos que não prestam serviços considerados essenciais foram obrigado a fechar as portas para evitar aglomerações de pessoas. O levantamento é da Confederação Nacional do Comércio do Tocantins. (Veja o vídeo)
Uma loja de roupas esportivas e moda praia está entre as empresas com prejuízos. O funcionamento do local ficou parado por 20 dias e funcionários do estabelecimento foram demitidos. Na tentativa de evitar maiores prejuízos o local voltou a atender os clientes, mas de forma virtual.
“Estamos felizes com essa venda online. Tem ajudado a empresa né? Mas assim precisamos atingir um valor bem maior de vendas”, comentou a gerente Bethânia Friebel.
Em uma loja de colchões de Palmas, a queda nas vendas chegou a 40% entre os meses de fevereiro e março deste ano. O empresário Ronaildes Sales resolveu apostar no uso das redes sociais para se aproximar do consumidor, divulgar os produtos e voltar a vender.
“Não foi fácil, deu aquele susto. ‘E agora o que vamos fazer? Preciso faturar. Preciso vender’. Mas na hora certa nós inventamos, copiamos e conseguimos chegar até aqui e o mês está projetando muito bem”, comentou Ronaildes.
O presidente da Federação do Comércio, Itelvino Pisoni, comenta que empresas devem evitar gastos. “Procurar com que as empresas evitem gastos supérfluos, fazer com que as empresas possam reduzir a sua carga horária mantendo um atendimento ao cliente”, disse.
O economista Marcello Bezerra falou que o cenário comercial e comentou sobre a medida de suspensão e redução de contrato criada pelo Governo Federal. “Quando acabar efetivamente essa ação do Governo, aí sim a questão da demissão, se não houver uma nova medida do Governo as demissões vão ser inerentes”, disse o economista.
Comércio não essencial foi fechado para evitar contágio do coronavírus
Reprodução/TV Anhanguera
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