
Sepultamentos ocorreram na segunda-feira (11). Secretaria de Zeladoria Urbana fala que houve um crescimento no número de enterros nos três cemitérios públicos da capital. Visão aérea do cemitério São Franscisco, na Zona Norte de Macapá
Rede Amazônica/Reprodução
O aumento no número de mortes por conta da Covid-19 no Amapá se reflete na taxa de enterros. Em entrevista ao JAP1 desta terça-feira (12), o titular da Secretaria de Zeladoria Urbana (Sezur), Carlos Gonçalves, disse que, na segunda-feira (11), houve 17 enterros em decorrência da Covid-19 nos três cemitérios públicos de Macapá.
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Ele comentou que, desde o início da pandemia, o número de sepultamentos na capital aumentou em 60%. No entanto, não ficou claro em relação a que período houve a comparação.
“Antes da pandemia a média nos nossos cemitérios era entre 7 a 6 sepultamentos. Hoje, a gente dá um salto, só de coronavírus, para 17. Então teve um crescimento de 60% nos três cemitérios”, afirmou.
Cresce número de sepultamentos em Macapá devido novo coronavírus
A 1ª área exclusiva para enterros de pessoas mortas por Covid-19 foi reservada no cemitério São Franscisco, na Zona Norte de Macapá. Segundo o secretário, a 2ª área aberta para enterros de 350 corpos, no mesmo cemitério, já está 17% ocupada. A prefeitura prepara uma 3ª área em caso de mais óbitos.
“Já estamos estudando uma nova área. No decorrer desta semana vamos estar começando a trabalhar na limpeza para ter esse espaço disponível se vier a acontecer mais óbitos em Macapá”, salientou Gonçalves.
Nos enterros de pessoas mortas por Covid-19 é autorizada a presença de somente um membro da família. Em decorrência de outras doenças é permitida a presença de até 10 pessoas, segundo a Secretaria de Zeladoria Urbana.
Funerárias do Amapá também receberam uma recomendação da Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá (SVS) para que não seja realizado velórios no estado em qualquer causa de morte.
Segundo a orientação surgiu devido a aglomeração de pessoas que costuma acontecer nesse tipo de situação, informou o órgão ligado ao governo estadual.
Além disso, os profissionais das funerárias devem usar EPIs no manejo dos corpos, conduzi-los direto ao cemitério e lacrar a urna funerária e higienizar todas as superfícies com solução clorada.
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