Ladrões rendem vigia e roubam 22 máquinas de ar-condicionado da UPA Norte em Ribeirão Preto


Armados, criminosos amarraram vigia, entraram com caminhão pelo portão principal e roubaram os equipamentos. Unidade está em fase final de construção, segundo a Prefeitura. Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte de Ribeirão Preto, no bairro Quintino Facci II
F.L.Piton/Prefeitura de Ribeirão Preto
Dois ladrões armados invadiram e roubaram 22 máquinas de ar-condicionado e fios da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte, que está em fase final de construção no bairro Quintino Facci II, na madrugada desta sexta-feira (8).
O prazo de entrega da unidade de saúde, cujas obras começaram em 2014, não precisou ser alterado por conta do roubo, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. A UPA deverá ser inaugurada em junho.
Ainda segundo a pasta, o roubo ocorreu por volta da meia-noite, quando os ladrões renderam o vigia com uma pistola e o trancaram amarrado em uma sala. A vítima disse que eles exigiram a chave do portão principal.
Os ladrões entraram na unidade de saúde com um caminhão e levaram os equipamentos. Segundo relato do vigia, um dos criminosos conversava por telefone com um informante, que dava orientações sobre onde os equipamentos estavam armazenados.
Ainda segundo a Secretaria de Saúde, a empresa responsável pela construção da UPA Norte registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, que investigará o caso.
Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte, no bairro Quintino Facci II, em Ribeirão Preto
Reprodução/EPTV
Obras atrasadas
A UPA Norte começou a ser construída há cerca de cinco anos. Em agosto de 2019, a Prefeitura anunciou a retomada das obras, que estavam paradas desde abril de 2016, e prometeu a entrega do hospital para dezembro.
A inauguração, no entanto, foi adiada para junho de 2020. Cerca de 65% das obras foram concluídas até esta sexta-feira (8), de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.
A gestão da ex-prefeita Dárcy Vera (sem partido) – hoje condenada por agir em esquema que desviou R$ 45 milhões de cofres públicos – adiou por três vezes a entrega do prédio.
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By Negócio em Alta