
Segundo sindicato, ideia é preservar os empregos e diminuir o impacto da crise sobre os trabalhadores. Fábrica da Gerdau em Pindamonhangaba
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Cerca de mil trabalhadores da Gerdau, em Pindamonhangaba, votaram nesta quarta-feira (24) em nova etapa do layoff (suspensão temporária dos contratos de trabalho). A assembleia teve início na terça (23) e encerrou nesta quarta-feira (24) com aprovação de 90%, sendo 931 votos a favor, 70 contra e 34 abstenções.
Esta é a terceira medida da fábrica durante a crise do novo coronavírus. A unidade, do ramo do aço, emprega cerca de 2 mil funcionários em Pinda.
Em março, os funcionários tiveram férias coletivas, pela Medida Provisória 927, que abrangeu 90% do efetivo. Em maio, houve aplicação da MP 936 por meio de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos.
Segundo informações do sindicato, a direção da Gerdau ainda não definiu a quantidade de trabalhadores que estarão no programa. Apenas definiu que ele vai abranger os que integram o grupo de risco. E que primeiro irá esgotar a aplicação das medidas provisórias, que hoje envolvem cerca de 600 funcionários.
Durante o layoff, que pode durar de dois a cinco meses, os trabalhadores farão cursos online oferecidos pela empresa. O salário é pago em parte pelo governo, com base no cálculo do seguro-desemprego, e a fábrica vai pagar uma complementação, também negociada com o sindicato.
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