
Fiscalização avalia imóveis em áreas de risco que foram afetadas pelo forte temporal que atingiu a Baixada Santista durante o mês de março. Equipes demolem imóveis localizados em áreas de risco em Guarujá, SP
Divulgação/Prefeitura de Guarujá
Pelo menos 264 moradias localizadas em áreas de risco em Guarujá, no litoral de São Paulo, já foram demolidas por equipes da Defesa Civil do município neste ano. Segundo a prefeitura, os imóveis ficavam em locais afetados pelo temporal que atingiu a Baixada Santista em março deste ano e provocou alagamentos e deslizamentos de terra.
De acordo com a administração municipal, as demolições começaram em 11 de março. Elas são acompanhadas de vistorias realizadas pela Defesa Civil, as quais seguem critérios técnicos para determinar se as moradias têm condições de serem habitadas ou se devem ser interditadas. Além das casas demolidas, outros 240 imóveis foram interditados pela equipe.
A prefeitura aponta que, dentre os critérios, os agentes avaliam instabilidade do terreno, trincas, rachaduras e dano estrutural, os quais podem determinar se a interdição deve ser permanente ou se o imóvel precisa ser demolido. No total, 524 famílias que foram retiradas das suas casas recebem o benefício do aluguel social no município.
Ainda de acordo com a prefeitura, além do Morro do Macaco Molhado e da Barreira do João Guarda, onde foram registradas vítimas fatais após o temporal, a vistoria também é feita diariamente em outras sete áreas do município.
Além das demolições, as equipes também liberaram 297 moradias nas áreas atingidas para que os moradores pudessem retornar para casa.
Equipes da Defesa Civil de Guarujá, SP, interditam moradia em área de risco após deslizamentos
Solange Freitas/G1
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