
Na Bacia do Ribeirão do Onça, a incidência passou de 69% para 88%. Pesquisa é feita pelo INCT, com o apoio da Agência Nacional de Águas. Estação de esgoto na Pampulha, em Belo Horizonte
Pedro Triginelli / G1
Pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), situado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), constataram um novo aumento na incidência do novo coronavírus na rede de esgoto de Belo Horizonte e Contagem, na região metropolitana.
Segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (4), entre os dias 11 e 15 de maio, 88% das amostras coletadas na bacia do Ribeirão do Onça tinham a presença do coronavírus. No período anterior, este índice era de 69%.
Já na bacia do Ribeirão Arrudas. A incidência caiu de 50% para 43%. As duas bacias atendem 71% da população urbana de Belo Horizonte e Contagem.
O projeto é realizado em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).
O número de coletas foi expandido para 24 pontos. Pesquisadores também vão passar a comparar a incidência do vírus nos esgotos com os casos da infecção.
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