
Em Maringá e em Ponta Grossa, eles fizeram manifestações nesta sexta-feira (15); em Londrina, residentes de um hospital estão parados desde segunda (11). Pagamento é responsabilidade do Ministério da Saúde. Residentes fazem protesto e reclamam que não estão recebendo bolsa-salário
Profissionais residentes da área da saúde no Paraná afirmam que o pagamento da bolsa-salário está em atraso. Em alguns casos, eles estão sem receber há dois meses. O pagamento é responsabilidade do Ministério da Saúde.
Em Maringá, no norte do Paraná, residentes fizeram uma manifestação na Praça da Catedral, nesta sexta-feira (15). Eles levaram cartazes pedindo o pagamento.
A residência é obrigatória depois da conclusão de cursos na área da saúde. Como a dedicação é exclusiva, esses profissionais dependem do dinheiro da bolsa. Alguns relataram à reportagem dificuldades para pagar aluguel e até se alimentar.
Em Londrina, também no norte do estado, o pagamento dos meses de abril e maio está atrasado para residentes de fisioterapia, enfermagem, farmácia, psicologia e nutrição que atuam na Santa Casa. Desde segunda-feira (11), eles estão parados.
Já em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, residentes também protestaram contra o atraso no pagamento. Eles se reuniram no Parque Ambiental, no Centro, usando máscaras e mantendo o distanciamento.
Parte deles foi contratado em março e ainda não receberam a bolsa de pouco mais de R$ 3 mil.
Em nota, o Ministério da Saúde disse que erros nos cadastros dos profissionais atrasaram o pagamento, que deveria ser feito até esta sexta.
Em Maringá, no norte do Paraná, residentes fizeram uma manifestação na Praça da Catedral, nesta sexta-feira (15)
RPC Maringá/Reprodução
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