
No período de isolamento, o Movimento Emaús precisa de doações, que podem ser de recursos ou cestas básicas. Movimento atende jovens em Belém.
Thais Rezende/G1
Em outubro deste ano, o Movimento de Emaús, que atende cerca de 700 crianças e jovens em situação de vulnerabilidade no Pará, completará 50 anos de atividade. Na data, que deveria ser comemorativa, a instituição passa por dificuldades financeiras.
Há quase cinco décadas o movimento se tornou conhecido pelo trabalho desenvolvido. Mas, assim como outras instituições, nesse período de pandemia o Emaús precisa de doações, que podem ser de recursos (para pagar despesas) ou de cestas básicas (para doação às famílias atendidas).
O movimento tem sentido dificuldade em obter receitas para as demandas de seus projetos e também está sem financiamento externo. Por questões sanitárias, a instituição não pode ir arrecadar na casa das pessoas e nem fazer bazares.
Até o dia 6 de junho, quem puder, pode contribuir com a campanha para ajudar o Movimento de Emaús para os próximos meses. A meta é arrecadar R$ 100 mil.
Em 2019, o Movimento de Emaús atendeu mais de 600 crianças e adolescentes diretamente e 2.200 pessoas indiretamente com outros serviços, como encaminhamento e orientação para atendimento social das várias esferas governamentais.
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