
Documento foi publicado no Diário Municipal nesta quinta (7). Artigo do decreto que regulamenta atividades econômicas na cidade previa suspensão dos contratos em vigor de professores e de assistentes educacionais da Semed. Decreto que suspendia contratos na eduçãoem Diviópolis é revogado
Prefeitura de Divinópolis/ Divulgação
O prefeito Galileu Machado (MDB) revogou nesta quinta-feira (7) o artigo 9º do decreto nº. 13.767, que suspendia o contratos de professores e assistentes educacionais na rede municipal de educação em Divinópolis. O documento foi publicado nesta quinta no Diário Municipal.
O decreto, divulgado no dia 24 de abril, regulamenta o funcionamento de parte do comércio, indústrias e outras atividades, e adota medidas para amenizar a propagação do coronavírus na cidade.
Em nota, a Prefeitura disse que a organização e gestão ficarão a cargo da Secretaria Municipal de Educação (Semed) que seguirá medidas administrativas “voltadas para o disciplinamento das atividades pedagógicas em meio à pandemia da Covid-19”.
Entenda o caso
O dispositivo que suspendia os contratos na rede municipal de educação estava no decreto publicado no dia 23 de abril e trata sobre as permissões de funcionamento do comércio na cidade.
O artigo 9º da norma previa a suspensão dos contratos temporários em vigor do quadro de Professores e de Assistentes Educacionais da Semed.
Na ocasião, a Prefeitura explicou que a suspensão destes contratos seriam temporárias. Ela duraria pelo período da pandemia do coronavírus e enquanto as escolas estivesse sem funcionar.
Galileu Machado Divinópolis
Prefeitura de Divinópolis/Divulgação
Uma semana após a publicação do decreto, o vereador Edsom Sousa protocolou na Câmara um projeto de decreto legislativo para sustar os efeitos da medida tomada pelo Executivo. No entendimento da Casa, o prefeito extrapolou o Poder Regulamentar do Executivo Municipal.
O projeto seria votado nesta terça (5), mas foi retirado da ordem do dia devido ao pedido de vistas do próprio vereador autor. O assunto estava previsto para ser novamente discutido em plenário nesta quinta (7).
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