Laudo aponta que não há indício de crime na morte da criança que caiu do 9º andar de um prédio em Itaúna

Polícia Civil informou, no entanto, que investiga se houve negligência por parte dos responsáveis que estavam no imóvel. Caso foi no dia 30 de abril. O resultado da perícia feita no apartamento e no corpo da criança de 4 anos, que morreu após cair do nono andar de um prédio em Itaúna, apontou que não há indícios de crime no caso. No entanto, vai investigar se houve negligência. O acidente foi no apartamento onde o menino morava com a família.
O delegado da Polícia Civil responsável pelo caso, João Marcos, informou em entrevista à TV Integração nesta segunda-feira (11) que não havia sinais de violência e nem de arrombamento no apartamento.
“Não há qualquer indício de que tenha havido um crime doloso contra a vida. O laudo em relação à criança é compatível com o que ocorreu, não tendo indícios de intervenção criminosa”, afirmou o delegado.
Na ocasião, a mãe contou que o menino brincava na sala na companhia de outra criança. Em um determinado momento, ela os deixou sozinhos e foi tomar banho. Após escutar os gritos, ela disse que saiu para ver o que havia acontecido e descobriu que o filho tinha caído da janela.
De acordo com o delegado João Marcos, a polícia investiga se houve negligência por parte dos responsáveis que estavam no imóvel no dia do incidente.
“Fizemos a oitiva com o pai da outra criança que estava no local, a mãe da vítima e outras pessoas que também estavam no apartamento. Os depoimentos dados por eles seguem a mesma linha. Próximo à janela onde as crianças brincavam havia um sofá onde elas estavam brincando de pular. Juntamente com um psicólogo, ouvimos a criança que estava com a vitima. As histórias realmente batem com as informações dita pelas pessoas já ouvidas”, concluiu.
O caso
Os bombeiros foram chamados por volta das 20h e, quando chegaram ao endereço, foram informados de que os familiares do menino tinham o levado para o hospital Manoel Gonçalves.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a janela não tinha grades de proteção e a mãe disse que estava tomando banho quando ocorreu o acidente.
Em contato com a equipe médica do hospital, os militares receberam a informação de que a criança deu entrada na sala vermelha da unidade com politraumatismo, teve uma parada cardiorespiratória e não resistiu.

By Negócio em Alta