Procon fecha 52 empresas em João Pessoa consideradas não essenciais


Ao todo, 288 estabelecimentos comerciais foram visitados, gerando também 108 notificações emitidas. 52 comércios considerados não essenciais foram fechado em João Pessoa, pelo Procon; as empresas estavam descumprindo últimos decretos emitidos pela Prefeitura da cidade
Francisco França/Jornal da Paraíba
Empresas que não constam como serviço essencial e estavam funcionando, em João Pessoa, tiveram o fechamento imediato determinado pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP), nesta quinta-feira (30). Ao todo, foram 288 estabelecimentos comerciais visitados durante a fiscalização, resultando em 52 comércios fechados e 108 notificações emitidas.
Todas as empresas fechadas estavam em desacordo com os últimos decretos emitidos pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP), que orientam a população quanto ao funcionamento dos estabelecimentos comerciais e regulam medidas de isolamento social. Os comércios fechados não constam como serviços essenciais, que podem funcionar normalmente.
Entre as empresas fechadas estão lojas do comércio varejista, locadoras de veículos, lanchonetes e lojas de doces, escolas de enfermagem, financeiras, academias de ginástica, lojas de cosméticos, salões de beleza e barbearias, óticas e concessionárias.
A fiscalização do Procon-JP está averiguando as denúncias que chegam à secretaria através do perfil oficial do órgão no Instagram e dos telefones 0800 083 2015 e 3218-5720.
Além da ação específica para garantir o cumprimento das medidas determinadas nos decretos municipais, as equipes do Procon-JP também emitiram 35 autuações desde o início da quarentena, devido à descumprimento da legislação consumerista de uma forma geral. Algumas autuações foram emitidas em farmácias, em decorrência do preço considerado abusivo na venda de máscaras e álcool 70%.
Balanço da fiscalização do Procon-JP até esta quinta-feira (30)
288 visitas;
52 fechamentos de estabelecimentos comerciais;
35 autuações;
108 notificações;
93 diligências.

By Negócio em Alta