Exposição de máscaras transforma pandemia do novo coronavírus em arte


‘Mascararte’ tem como objetivo mostrar que, por mais pesado e triste o momento, existe também o cuidado e o amor ao próximo na prevenção. Obra do artista plástico Robson Emerick
Herman Alexander/Libertas Coletivo de Artes
Quarenta e um artistas do Libertas Coletivo de Artes participam da exposição “Mascararte”, aberta nesta quinta-feira (1º), em Belo Horizonte.
A iniciativa, de acordo com o idealizador Marcos Esteves, tem como objetivo mostrar que, por mais pesado e triste que seja o momento da pandemia do novo coronavírus, existe também o cuidado e o amor ao próximo na prevenção.
“É o lado de se expressar da alegria, da positividade, que transforma a gente, que põe a gente para pensar. As mensagens das máscaras são mais positivas do que negativas”, avalia Esteves.
Rafael Abreu contemplou o cenário da Pampulha, com a Igreja São Francisco de Assis
Herman Alexander/Libertas Coletivo de Artes
Os temas e técnicas foram desenvolvidos por cada artista, preservando a liberdade de expressão e a interpretação tanto do objeto quanto do espírito de época atual.
“As máscaras foram feitas em pinturas, bordados, esculturas, aplicação de fotografia, que deram uma qualidade de exposição muito rica”, explica o idealizador.
A curadoria e expografia das peças também foi pensada pelo artista plástico Rafael Abreu, e o formato das máscaras pelo designer Rafael Medeiros. As fotos, de Herman Alexander, estão em alta definição.
Marcos Esteves trabalhou com as igrejas históricas mineiras
Herman Alexander/Libertas Coletivo de Artes
Serviço
Exposição virtual
Libertas Coletivo de Artes
Exposição física
Casa Jota
Rua Gabro, 11, Santa Tereza, Belo Horizonte
A mostra física está aberta para visitação por agendamento por meio do WhatsApp (31) 99344-5621, com vagas limitadas.
As visitações podem ser feitas até o dia 31 de outubro, das 10h às 14h, com permanência máxima de duas horas por visitante, respeitando as normas de segurança.
As exposições presencial e virtual são gratuitas, mas as máscaras são vendidas por valores que variam de R$ 600 a R$ 1,5 mil.
Máscara bordada por Cláudia Guerra
Herman Alexander/Libertas Coletivo de Artes
Sobre o Libertas
O Libertas Coletivo de Artes nasceu em 2019, “em meio a um contexto social, econômico e político de evidentes instabilidades e incertezas”, segundo a definição do grupo, que diz que “acredita que a arte cumpre o papel de ser testemunha do tempo ao registrar para as gerações futuras visões únicas e originais dos artistas, por meio de obras”.
Monica Mendes retratou as favelas brasileiras
Herman Alexander/Libertas Coletivo de Artes
Veja um vídeo da coluna ‘Culturando’:

By Negócio em Alta