
Cenas foram flagradas no Alecrim, Zona Leste de Natal, mesmo durante vigência de decretos que determinam medidas de isolamento por causa do coronavírus. Bairro Alecrim tem manhã movimentada mesmo com decreto de isolamento social
Reprodução/Inter TV Cabugi
Parecia uma manhã normal com várias pessoas aglomeradas nas ruas, lojas abertas, filas e até congestionamento no trânsito, mas as cenas foram flagradas na manhã deste sábado (9) no bairro Alecrim, na Zona Leste de Natal, durante a vigência de decretos que determinam o isolamento social no Rio Grande do Norte, devido o novo coronavírus.
Muitas pessoas usavam máscaras, mas a equipe da Inter TV Cabugi ainda flagrou idosos sem usar o equipamento de proteção. Havia muitas lojas fechadas, mas a maioria estava aberta. Inclusive lojas de de roupa e brinquedos, que, de acordo com o Procon municipal, não se enquadram entre os comércios que são considerados serviços essenciais.
Bairro Alecrim tem muita movimentação neste sábado (9), mesmo com decreto de isolamento social
Mariana Rocha/Inter TV Cabugi
Algumas lojas que seguiam normas sobre limitação de pessoas dentro das unidades também registravam filas nas calçadas estreitas, o que gerava mais aglomeração. Também havia acúmulo de pessoas nas paradas de ônibus e na feira livre que ocorre toda semana no bairro.
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De acordo com o diretor do Procon Natal, Gleiber Dantas, uma fiscalização conjunta com o Procon Estadual foi realizada neste sábado (9), para orientar os lojistas, de forma educativa, mas ele reconheceu a dificuldade de evitar o fluxo de pessoas nas ruas.
“É uma situação muito difícil, porque a gente vê que muitas pessoas não têm noção do risco que estão passando”, afirmou.
Mesmo com algumas lojas fechadas, bairro Alecrim tem manhã de sábado (9) movimentada em Natal
Mariana Rocha/Inter TV Cabugi
Algumas lojas também foram flagradas em desconformidade aos decretos que estabelecem limite na quantidade de consumidores nas ruas dependências. O diretor afirmou que nenhum estabelecimento foi multado ou recebeu auto de infração, porque a ação era de fiscalização. “Muitos entenderam a situação e fecharam”, afirmou.
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