Diretor-executivo explicou que a organização sempre responde a pedidos de assistência, mas não tem o direito e nem o poder de entrar em qualquer país ou entregar qualquer material, a menos que a ajuda seja solicitada. OMS afirma que pode ajudar o Brasil se o país solicitar qualquer tipo de assistência
Na Suíça, a correspondente Bianca Rothier perguntou à Organização Mundial da Saúde se há planos para ajudar o Brasil em relação à carência de respiradores.
O diretor-executivo do programa de emergências disse que a OMS sempre responde aos pedidos de assistência dos países membros e que a agência não tem o direito e nem o poder de entrar em qualquer país, fornecer normas, orientações específicas ou entregar qualquer material, a menos que a ajuda seja solicitada.
Michael Ryan afirmou ainda que tem certeza que governo brasileiro está trabalhando de perto com o escritório da OMS para as Américas e que a organização vai responder prontamente a qualquer solicitação.
O diretor-geral disse que o plano de resposta à pandemia tem um déficit de US$ 1,3 bilhão. Quase um mês depois de o presidente americano, Donald Trump, ter suspendido a ajuda financeira à OMS, Tedros Adhanom voltou a pedir união e solidariedade, desta vez usando a luta contra a varíola para mostrar a importância de países trabalharem juntos.
Há exatos 40 anos, a Assembleia Mundial da Saúde declarou oficialmente a erradicação da varíola, que matou 300 milhões de pessoas só no século XX. Foi a primeira e única doença erradicada no mundo.
O chefe da OMS lembrou que, no auge da Guerra Fria, a União Soviética e os Estados Unidos uniram forças para vencer aquele inimigo comum. “Se existe vontade, existe um caminho”, ele disse.
Ministério da Saúde afirmou que, até o momento, não tem tratativa com a Organização Pan-Americana da Saúde para a aquisição de respiradores.
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