Justiça suspende sessão da Câmara que tentaria aprovar CP contra prefeito de Agudos


Liminar alega que documentos que sustentam relatório da Comissão Processante estão ilegíveis e prejudicaram defesa de Altair Francos da Silva. Vereadores têm prazo de cinco dias para reenviar material. O prefeito Altair Francisco da Silva já enfrentou seis Comissões Processantes no atual mandato
Reprodução / TV TEM
A Justiça de Agudos (SP) suspendeu a sessão que seria realizada nesta sexta-feira (8) na Câmara de Vereadores para a leitura dos relatórios resultados da Comissão Processante (CP) contra o prefeito Altair Francisco Silva (PRB). A CP apura o andamento da construção de uma creche no município, obra iniciada na gestão anterior.
O juiz Saulo Mega Soares e Silva, em sua decisão publicada nesta sexta, concedeu a tutela provisória de urgência cautelar após concluir que a defesa do prefeito foi prejudicada de “forma irremediável, após a confirmação das condições precárias dos documentos enviados pelo Legislativo, que se apresentavam inelegíveis”.
No despacho, a Câmara ganhou cinco dias para reenviar os documentos em condições que possam ser estudados pela defesa do prefeito. A sessão foi remarcada para a próxima quarta-feira (13). Essa é a sexta Comissão Processante que Altair Francisco Silva enfrenta nesse mandato.
Em sua conclusão, a CP chegou a dois relatórios finais. O documento definido pelo relator, o vereador Edersom Roberto Mainini (PRB), pede o encaminhamento dos fatos apurados para apreciação do Ministério Público.
Já a vereadora Rosamaria Padial Pereira Ribas (SD), que foi empossada presidente da CP, elaborou relatório apartado, pedindo a cassação do prefeito. Os dois relatórios devem ir à votação do plenário.
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By Negócio em Alta